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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Bullying? O que é isso?

Quem nunca ouviu falar em Bullying? A palavra, que tem origem na língua inglesa, significa ameaçar ou intimidar, e pode ser entendida como uma forma de exercer poder por meio da agressão. É um problema atual, muito discutido, e que cresce de modo assustador, principalmente nas escolas, não só no Brasil, mas no mundo.

O Bullying é um comportamento consciente, intencional, deliberado, hostil e repetitivo, de uma ou várias pessoas, cuja finalidade é ferir outros. A maneira como se manifesta muda de acordo com a idade: bullying escolar, assédio sexual, ataques de gangue, violência no namoro, violência conjugal, abuso infantil, assédio no local de trabalho e abusos de idosos (Pepler e Craig, 1997).

“O comportamento bullying não está relacionado à raiva, como também não é um conflito a ser resolvido; tem a ver com desprezo, considerando a pessoa como alguém sem valor, inferior ou não merecedor de respeito. Este desprezo vem sempre acompanhado de três aparentes vantagens psicológicas que permitem que se machuque os outros sem sentir empatia, compaixão ou vergonha — um sentimento de poder, que dá ao agressor o direito de ferir ou controlar outros; uma intolerância à diferença; e uma liberdade de excluir, barrar, isolar e segregar outros.” (Coloroso, Barbara, The bully, the bullied and the bystander)

Algumas formas de Bullying:

Violências e ataques físicos;
Gozações verbais, apelidos e insultos;
Extorsão ou confisco de pertences ou dinheiro;
Exclusão do grupo.

Pesquisas mostram que o bullying não é apenas uma fase ou um comportamento socialmente aceitável, e que reagir a essa situação aumenta o risco de sérios danos físicos. Na verdade, bullying é um comportamento aprendido, e comportamentos aprendidos podem ser mudados, principalmente nas escolas, onde é possível o envolvimento de professores, alunos, diretores e das famílias, por meio de palestras, denúncias, e da busca de soluções reais mediante a conscientização dos danos físicos e morais causados gratuitamente a outros. O resgate dos valores morais, do respeito e do amor ao próximo, tão descartáveis na atualidade, é essencial.


A autora do artigo, Maria José Silva, é professora e psicopedagoga

É Natal...

sábado, 26 de novembro de 2011

Quando “paquerar” é pecado


Se em sua região a palavra “paquera” é pejorativa ou não é muito bem vista, perdoe-nos e aceite esta explicação: usaremos a palavra “paquera”, como é entendida na maior parte do Brasil. (o ato de observar alguém “interessante”, visando uma possibilidade de namoro).

Um sentimento especial

Homem e mulher sentem-se atraídos um pelo outro, algo diferente ocorre, uma certa sensação de conquista, que tem um aspecto interessante: O OLHAR !

Olhos se cruzam, um certo charme “paira no ar”, e aquele sorriso discreto, traz um clima de expectativa e surpresa. Tudo acontece muito intensamente.

Paquera “saudável”


A paquera saudável é aquela onde tudo acontece naturalmente. Você está com um grupo de amigos conversando e de repente, alguém interessante aparece! Você começa a dar uma atenção especial à pessoa. Papo vai, papo vem… e como você está “solteiríssimo(a)” acaba gostando da história.

É o momento para conversar, conhecer o outro, encontrar afinidades, saber seus sonhos e alvos. Mas sempre de uma forma discreta, pura e sem malícia.

Este primeiro momento é decisivo, para continuar ou não com a ideia. Algumas vezes, acontece do outro nem perceber que foi alvo de suas intenções. Numa pequena conversa você já percebe que não daria certo, um namoro entre vocês.

Por outro lado, você também pode se surpreender. A cada momento que o papo se prolonga, o entusiasmo toma conta. Você dá a entender que gostaria de conversar novamente e convida para no próximo Sábado, ir à reunião de jovens da sua Igreja.



A “prejudicial”

Pode um momento tão emocionante como este, ser prejudicial? Deus faz um comentário “preocupante”, sobre o coração do homem, quando fala ao profeta Jeremias:

Jr 17:9-10 : “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá ? Eu, o Senhor, esquadrinho o coração e provo os pensamentos; e isto para dar a um segundo o seu proceder, segundo o fruto de suas ações.”

O coração do homem é enganoso. Uma coisa simples pode transformar-se em algo negativo, que pode magoar e deixar marcas. Analisando a paquera, à luz de alguns textos e princípios bíblicos, podemos dizer que ela é prejudicial, nestas situações:

1) quando não tem um ideal : desperta expectativas no outro e na hora “H”, pula fora sem assumir o que fez e ainda diz: “Foi uma brincadeira, você é que entendeu mal, você leva tudo a sério…”.

Pv 26:18-19 : “Como louco que lança fogo, flecha e morte. Assim é o homem que engana o seu próximo e diz : fiz isso por brincadeira”.

2) quando há uma intenção impura :
quando a pessoa começa a paquera, com o principal pensamento na atração e sedução física, no desejo sexual e na malícia.

Mt 5:27-28 : “Ouvistes o que foi dito: Não adulterarás. Eu porém vos digo : qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração já adulterou com ela.”

3) quando envolve defraudação : cria-se uma ilusão, desperta-se um desejo físico no outro, que você sabe que não poderá ir adiante, por não ser namorado da pessoa. Isso é o que a Bíblia condena e chama de defraudação.



1Ts 4:6-7 : “e que nesta matéria, ninguém ofenda, nem defraude a seu irmão; porque o Senhor, contra todas estas coisas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador, porquanto Deus, não nos chamou para a impureza e sim para a santificação.”

Todo o cuidado é pouco

Já dizia o poeta : “a maior covardia de um homem, é despertar o amor de uma mulher, sem a intenção de amá-la.” Esta frase diz respeito aos homens, mas também é valida para as mulheres. Portanto, todo cuidado é pouco.

A sensatez é uma das grandes virtudes. Usar a paquera para enganar, afirmar-se e sentir-se seguro, é covardia e egoísmo. Não condiz com a integridade de alguém que quer levar Deus a sério.

O importante nos contatos e relacionamentos é desenvolver uma amizade sadia. Buscar conhecer o outro sem malícia e “segundas intenções”. Aí sim, valerá a pena !

Pv 15:3 : “O Deus eterno vê o que acontece em toda a parte; ele está observando todos, tanto os bons, como os maus.”(BLH)

Percebeu a responsabilidade? Não adianta querer trapacear. Deus conhece o seu coração e está observando suas atitudes.

Fonte: BibliaWorldNet.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

O arrependimento e a fé são os dois...




Texto Bíblico: Neemias: 9.1-3,16,33-36


I. OS RESULTADOS DE UM GENUÍNO AVIVAMENTO
II. A LEI DO SENHOR E REMINISCÊNCIA
III. A GRANDE MISERICÓRDIA DE DEUS


O ARREPENDIMENTO E FÉ

Por Daniel B. Pecota

O arrependimento e a fé são os dois elementos essenciais da conversão. Envolvem uma “virada contra” (o arrependimento) e uma “virada para” (a fé). As palavras primárias, no Antigo Testamento, para expressar a ideia de arrependimento são shuv (“virar para trás”, “voltar”) e nicham (“arrepender-se”, “consolar”). Shuv ocorre mais de cem vezes no sentido teológico, seja quanto ao desviar-se de Deus (1 Sm 15.11; Jr 3.19), seja no sentido de voltar para Deus (Jr 3.7; Os 6.1). A pessoa também pode desviar-se do bem (Ez 18.24,26) ou desviar-se do mal (Is 59.20; 3.19), isto é, arrepender-se. O verbo nicham tem um aspecto emocional que não fica evidente em shuv; mas ambas palavras transmitem a ideia do arrependimento.

O Novo Testamento emprega epistrephô no sentido de “voltar-se” para Deus (At 15.19); 2 Co 3.16) e metanoeô/metanoia para a ideia de “arrependimento” (At 2.38; 17.30; 20.21; Rm 2.4). Utiliza-se de metanoeô para expressar o significado de shuv, que indica uma ênfase à mente e à vontade. Mas também é certo que metanoia, no Novo Testamento, é mais que uma mudança intelectual. Ressalta o fato de uma reviravolta da pessoa inteira, que passa a operar uma mudança fundamental de atitudes básicas.

Embora o arrependimento por si só não possa nos salvar, é impossível ler o Novo Testamento sem tomar consciência da ênfase deste sobre aquele. Deus “anuncia agora a todos os homens, em todo lugar, que se arrependam” (At 17.30). A mensagem inicial de João Batista (Mt 3.2), de Jesus (Mt 4.17) e dos apóstolos (At 2.38) era “Arrependei-vos!” Todos devem arrepender-se, porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (Rm 3.23).

Embora o arrependimento envolva as emoções e o intelecto, é a vontade que está profundamente envolvida. Quanto a isso, basta citarmos como exemplos os dois Herodes. O evangelho de Marcos apresenta o enigma de Herodes Antipas, um déspota imoral que encarcerou João Batista por ter este denunciado o casamento com a esposa de seu irmão Filipe, mas ao mesmo tempo “Herodes temia a João, sabendo que era varão justo e santo” (Mc 6.20). Segundo parece, Herodes acreditava em algum tipo de ressurreição (6.16). Portanto, possuía algum entendimento teológico. Dificilmente poderíamos imaginar que João Batista não lhe tenha proporcionado uma oportunidade de se arrepender.

Paulo confrontou Herodes Agripa II com a própria crença do rei nas declarações proféticas a respeito do Messias, mas o rei não quis ser persuadido a tornar-se cristão (At 26.28). Não quis arrepender-se, embora não negasse a veracidade do que Paulo lhe dizia a respeito de Cristo. Todos nós precisamos dizer, assim como o filho pródigo: “Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai” (Lc 15.18). A conversão subentende “voltar-se contra” o pecado, mas igualmente “voltar-se para” Deus. Embora não devamos sugerir uma dicotomia absoluta entre duas ações (pois só quem confia em Deus dá o passo do arrependimento), não está fora de propósito uma distinção. Quando cremos em Deus e confiamos totalmente nEle, voltamo-nos para Ele.

Texto extraído da obra: “Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal”, editada pela CPAD

terça-feira, 15 de novembro de 2011

“Edir Macedo está desesperado”


, diz Silas Malafaia sobre a reportagem da Record
O pastor assembleia diz que esses ataques são para frear a saída dos seus fiéis para igrejas pentecostais.


“Edir Macedo está desesperado”, diz Silas Malafaia sobre a reportagem da Record
Conforme prometeu em seu Twitter, o pastor Silas Malafaia resolveu comentar em um vídeo a respeito da reportagem do programa Domingo Espetacular que foi ao ar no último domingo criticando o que eles chamam de “unção do cai cai”.
O vídeo começa com o pastor assembleiano dizendo que não vai repetir o que ele já falou na primeira vez que respondeu ao vídeo de Macedo que questionava a diferença entre custos pentecostais e cultos de religiões afro-brasileiras.
“Só um detalhe: quanta gente já fez fogueira santa, corrente dos 318, manto, arruda e não aconteceu nada?”, questiona Malafaia dizendo que o argumento usado pelas personagens da matéria do programa da Record são fracos.
A reportagem que passou durante o horário nobre da emissora ligada à IURD é um desdobramento da polêmica gerada meses atrás por Edir Macedo e outros bispos da Igreja Universal do Reino de Deus que criticaram as igrejas pentecostais.
“Quando é que vocês viram durante no horário nobre, 22 horas, uma programação na Rede Record para exaltar a Deus? Domingo, 22 horas eles ridicularizam o movimento pentecostal e a igreja evangélica como se eles conseguissem ficar de fora”, opina Malafaia.
O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo critica mais uma vez a programação da emissora que é financiada pelos dízimos e ofertas dos membros da Universal. “Como e que você pode dar dízimo e oferta para uma TV que está sendo usada para profanar?”.
Silas Malafaia termina dizendo que Macedo está desesperado pela perda de fiéis. “Ele está desesperado, ele fez isso na tentativa de frear a saída do povo dele para as igrejas neopentecostais e pentecostais, porque a porta de saída é maior do que a de entrada”.

Fonte:http://noticias.gospelprime.com.br/cair-no-espirito-domingo-espetacular-resposta-silas-malafaia/

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Final de semana e feriado a vista, programe-se...

Uma dica pra alugar filmes, comprar um bom livro e escutar um bom cd, visite...

Satanás, o Orgulhoso e Poderoso.

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De onde surgiu a idéia de um Diabo de pele vermelha, carregando um tridente? As raízes dessa caricatura grotesca de Satanás vêm da Idade Média. Era um esporte popular da época medieval zombar do Diabo, descrevendo-o em termos ridículos. Havia um método nesta loucura. A igreja medieval acreditava na realidade de Satanás. Ela estava consciente de que Satanás era um anjo caído que sofreu de uma overdose de orgulho. Orgulho era a suprema fraqueza de Satanás. Resistir a Satanás, aquela criatura orgulhosa, mas caída, requer um combate feroz. O combate era focado no ponto mais vulnerável de Satanás, seu orgulho. A teoria era esta: Ataque Satanás no seu ponto de fraqueza e ele fugirá de vocês.
Qual a melhor maneira de atacar o orgulho de Satanás do que mostrá-lo como um bobo da corte, de casco fendido e em um terno vermelho? Estas imagens tolas de Satanás eram caricaturas intencionais. Infelizmente, as gerações posteriores responderam a estas caricaturas como se elas fossem verdadeiras.
A visão bíblica de Satanás é muito mais sofisticada do que a caricatura. As imagens bíblicas incluem a de um “anjo de luz” (2 Coríntios 11.14). A imagem de um “anjo de luz” indica a capacidade inteligente de Satanás manifestar-se sub species boni (sob a aparência do bem). Satanás é sutil. Ele é sedutor. A serpente no jardim foi descrita como “astuta” (Gênesis 3.1). Satanás não surge como um tolo. Ele é uma falsificação sedutora. Ele é um orador eloqüente. Sua aparência é deslumbrante. O príncipe das trevas veste um manto de luz.
A segunda imagem que temos de Satanás é a de um leão que ruge e está à procura de quem irá devorar (1 Pedro 5.8). Notem que a mesma figura usada por Cristo, o leão, é usada por Satanás, o protótipo do Anticristo. O anti-leão devora. O Leão de Judá redime.
Com ambas as alusões ao leão, encontramos como símbolo a força, embora com Satanás seja uma força do mal e demoníaca. Sua força não se compara com a de Cristo, mas certamente é uma força superior às nossas. Ele não é mais forte que Cristo, mas é mais forte que nós.
Existem dois caminhos que Satanás freqüentemente nos engana. De um lado, ele nos faz subestimar a sua força. De outro lado, há momentos que nos faz superestimar a sua força. Em qualquer caso, ele nos engana e pode nos fazer tropeçar.
O pêndulo da crença popular sobre Satanás tende a oscilar entre esses dois extremos. De um lado estão os que não acreditam que ele exista, ou se ele existe, é uma mera “força” impessoal maligna, uma espécie de mal coletivo que encontra sua origem no pecado da sociedade. Do outro lado há aqueles que têm uma preocupante fixação, um foco de atenção quase ocultista sobre ele, e desviam seus olhares de Cristo.
Em qualquer caminho, Satanás conquista algum espaço. Se ele conseguir convencer as pessoas que ele não existe, ele pode trabalhar seus enganos sem ser detectado e sem resistência. Se ele levar as pessoas a ficarem preocupadas com ele, pode atraí-las para o ocultismo.
Pedro subestimava Satanás. Quando Jesus avisou Pedro sobre sua iminente traição, Pedro protestou, dizendo: “Senhor, estou pronto para ir contigo para a prisão e para a morte” (Lucas 22.33). Pedro estava muito confiante. Ele subestimou a força do adversário. Momentos antes, Jesus o alertou sobre a força de Satanás, mas Pedro rejeitou esse aviso. Jesus disse: “Simão, Simão! Satanás pediu vocês para peneirá-los como trigo” (Lucas 22.31).
Os protestos de Pedro rapidamente viraram massa nas mãos de Satanás. Foi tão fácil para Satanás seduzir Pedro como é fácil separar o trigo numa peneira. No jargão comum, foi como se Jesus dissesse a ele: “Pedro, você é moleque. Você não é páreo para a terrível força de Satanás”.
Ainda assim, o poder de Satanás sobre nós é limitado. Ele pode ser mais forte do que nós, mas temos um campeão que pode e, de fato, nos defende. As Escrituras declaram: “Maior é aquele que está em vocês do que aquele que está no mundo” (1 João 4.4). Tiago acrescenta essas palavras: “Portanto, submetam-se a Deus. Resistam ao Diabo, e ele fugirá de vocês” (Tiago 4.7). Quando resistimos ao rugido do leão no poder do Espírito Santo, ele foge com o rabo entre as pernas.
Satanás peneirou Pedro, mas sua vitória foi temporária. Com o aviso, Jesus também trouxe a consolação: “Mas eu orei por você, para que sua fé não desfaleça. E quando você se converter, fortaleça seus irmãos” (Lucas 22.32). Jesus predisse tanto a queda, quanto a restauração de Pedro.
Subestimar Satanás é sofrer o orgulho que precede a destruição. Superestimá-lo é dar a ele mais honra e respeito que ele merece.
Satanás é uma criatura. Ele é finito e limitado. Ele é subordinado a Deus. O Cristianismo nunca aceita um princípio dualista de poderes opostos e iguais. Satanás é mais forte que os homens, mas não é páreo para Deus. Ele não tem atributos divinos. Seu conhecimento pode exceder o nosso, mas ele não é onisciente. Sua força pode ser maior do que a nossa, mas não é onipotente. Ele pode ter uma esfera de influência mais ampla do que a nossa, mas ele não é onipresente.

Subestimar Satanás é sofrer o orgulho que precede a destruição. Superestimá-lo é dar mais respeito do que ele merece.

Satanás não pode estar em mais de um lugar ao mesmo tempo. Ele é uma criatura limitada, como todos os anjos bons ou maus, pelo espaço e pelo tempo. É provável que na sua vida inteira você nunca experimentará um encontro direto e imediato com o próprio Satanás. Você pode encontrar um de seus capangas de segunda classe ou alguém de sua série de discípulos, mas é provável que ele gaste seu tempo e espaço em objetivos maiores do que eu ou você. Mesmo em seu ataque concentrado em Jesus, Satanás se apartou d’Ele por um longo tempo (Lucas 4.13).

Fonte:http://garagemlanche.blogspot.com/2011/09/satanas-o-orgulhoso-e-poderoso.